O que a gente constrói vira a base da operação do cliente: o dado entra uma vez, o número é confiável, a decisão sai com mais controle e mais acerto. Software que se encaixa na operação que já existe — em vez de exigir que ela mude.
Construiu sistemas para operações como Motorola, Zebra, ZTE e Anbima antes de fundar a BASE. É quem mapeia a sua operação e responde pelo que entra no ar — do primeiro campo ao dia a dia.
Aqui a IA é a linha de produção; a direção é humana, com nome e sobrenome.
